O ser que emerge das águas
Transforma o corpo,
Muda a visão da vida,
Enche o campo de flores.
É o pequeno mundo
Que sem pretensões chega
E sem mais ver
Dá um novo sentido de ser.
De ser um tudo
Sem contudo ainda ser.
Ser que se desmancha de zelo,
Para o novo que já deseja ver.
E sente o dia ensolarado
Chuvas caindo em telhados
Frio e calor em um corpo
Transmudado.
Já não há a outrora beleza
Nem a segurança da mocidade.
Em seu lugar um enjôo,
Um mal estar e um desejo.
Há a ânsia e a incerteza
Que não dura muito
Só nove meses
Nesta nova beleza
Estavas já mãe desde criança
E mãe serás para sempre,
De teus filhos, outros filhos fecundo
Porque de Deus ganhaste confiança
De com Ele embalar um berço
E de tuas mãos gerar o mundo.
Transforma o corpo,
Muda a visão da vida,
Enche o campo de flores.
É o pequeno mundo
Que sem pretensões chega
E sem mais ver
Dá um novo sentido de ser.
De ser um tudo
Sem contudo ainda ser.
Ser que se desmancha de zelo,
Para o novo que já deseja ver.
E sente o dia ensolarado
Chuvas caindo em telhados
Frio e calor em um corpo
Transmudado.
Já não há a outrora beleza
Nem a segurança da mocidade.
Em seu lugar um enjôo,
Um mal estar e um desejo.
Há a ânsia e a incerteza
Que não dura muito
Só nove meses
Nesta nova beleza
Estavas já mãe desde criança
E mãe serás para sempre,
De teus filhos, outros filhos fecundo
Porque de Deus ganhaste confiança
De com Ele embalar um berço
E de tuas mãos gerar o mundo.